Grandiosa sabedoria popular condizente com os sábios de saudosas épocas, esquecidas pelos historiadores, preocupados com o que não interessa.
Mais fácil um doce colorido na boca a um papelão misturado à água suja do corrego lá debaixo.
Preciosas lições dadas ao vento e tão profundas que o rim parou de funcionar por alguns milésimos de segundo.
Radiosas luzes refletidas daquele sorriso que doutras vezes esteve tão perto.
Mandiocas revolvendo o terreno infértil daquelas terras.
Cavalos marinhos querendo dizer algo, mas com o olhar parecem não conseguir.
As curvas das linhas dos meridanos não dizem nada, apenas que o infinito pode ser finito.
Razões são pensamentos com uma rede de ligações que tem como conclusão uma grande ilusão.
Horizonte de léguas perdidas, daquelas paragens miraculosas e distintas, perfeita a sintonia da dor das profundezas com a alegria dos sóis escaldantes.
Rapidez do movimento de fuga dos perpetuantes dissabores da vida.
Ah! A calmaria ténue de uma lâmina d'água de um lago azul!
Imagem retirada do site http://www.dejaart.com/portfolios/claudia-flor
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