"Se o homem soubesse amar não elevaria a voz nunca, jamais discutiria, jamais faria sofrer. Mas ele ainda não aprendeu nada. Dir-se-ia que cada amor é o primeiro e que os amorosos dos nossos dias são tão ingênuos, inexperientes, ineptos, como Adão e Eva. Ninguém, absolutamente, sabe amar. D. Juan havia de ser tão cândido como um namoradinho de subúrbio. Amigos, o amor é um eterno recomeçar.
Cada novo amor é como se fosse o primeiro e o último. E é por isso que o homem há de sofrer sempre até o fim do mundo - porque sempre há de amar errado."
terça-feira, 7 de abril de 2009
Juízo Final - Nelson Rodrigues
Imagem retirada do site: http://narradoradehistorias.blogs.sapo.pt/2965.html
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Tempus Fugit
Eu que já cantei
Mesmo sem saber cantar
Eu que já dancei
Mesmo sem saber dançar
Hoje vou comemorar
Mais um dia de paz
Mais um dia de luz
Eu que já não sei mais dizer,
Palavras profundas sem me lembrar,
Que a vida é..
É mesmo para se comemorar!
Como uma valsa de bolero
Dançada por aquela
Que se alegra por fazer
Quinze carnavais
Heita vida passageira,
Cê num vai me enganá mais,
Hoje eu to de oio,
Pra num escapá nem mais um segundo!
Mesmo sem saber cantar
Eu que já dancei
Mesmo sem saber dançar
Hoje vou comemorar
Mais um dia de paz
Mais um dia de luz
Eu que já não sei mais dizer,
Palavras profundas sem me lembrar,
Que a vida é..
É mesmo para se comemorar!
Como uma valsa de bolero
Dançada por aquela
Que se alegra por fazer
Quinze carnavais
Heita vida passageira,
Cê num vai me enganá mais,
Hoje eu to de oio,
Pra num escapá nem mais um segundo!
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Agora
Vamos celebrar a vida, em cada instante e em cada segundo
Vamos comemorar o agora, o presente de Deus pra gente
Vamos dançar ao vento, cantarolando músicas repetidas
Vamos sorrir a todos, repartindo as bênçãos da alegria
Porque a vida é pra ser vivida
E o momento é passageiro
E nada se repetirá
Vamos engolir saliva, repartindo com todos os nossos vírus
Vamos dar as mãos, e agradecer, mais uma vez, por estarmos vivos
Vamos chutar o balde, quando não aguentarmos mais a pressão
Vamos nos libertar, retire estas correntes que lhe sufocam
Porque sem suor não tem sentido
E o silêncio pode perturbar
E hoje quero te abraçar
Ah! Meus queridos amigos..
Obrigado, mais uma vez
Hoje é um grande dia!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Ah! E o sorriso na cara ainda esconde tanto...
Grandiosa sabedoria popular condizente com os sábios de saudosas épocas, esquecidas pelos historiadores, preocupados com o que não interessa.
Mais fácil um doce colorido na boca a um papelão misturado à água suja do corrego lá debaixo.
Preciosas lições dadas ao vento e tão profundas que o rim parou de funcionar por alguns milésimos de segundo.
Radiosas luzes refletidas daquele sorriso que doutras vezes esteve tão perto.
Mandiocas revolvendo o terreno infértil daquelas terras.
Cavalos marinhos querendo dizer algo, mas com o olhar parecem não conseguir.
As curvas das linhas dos meridanos não dizem nada, apenas que o infinito pode ser finito.
Razões são pensamentos com uma rede de ligações que tem como conclusão uma grande ilusão.
Horizonte de léguas perdidas, daquelas paragens miraculosas e distintas, perfeita a sintonia da dor das profundezas com a alegria dos sóis escaldantes.
Rapidez do movimento de fuga dos perpetuantes dissabores da vida.
Ah! A calmaria ténue de uma lâmina d'água de um lago azul!
Imagem retirada do site http://www.dejaart.com/portfolios/claudia-flor
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Outra Vez (Roberto Carlos)
Você foi!
O maior dos meus casos
De todos os abraços
O que eu nunca esqueci
Você foi!
Dos amores que eu tive
O mais complicado
E o mais simples prá mim...
Você foi!
O maior dos meus erros
A mais estranha história
Que alguém já escreveu
E é por essas e outras
Que a minha saudade
Faz lembrar
De tudo outra vez...
Você foi!
A mentira sincera
Brincadeira mais séria
Que me aconteceu
Você foi!
O caso mais antigo
E o amor mais amigo
Que me apareceu...
Das lembranças
Que eu trago na vida
Você é a saudade
Que eu gosto de ter
Só assim!
Sinto você bem perto de mim
Outra vez...
Me esqueci!
De tentar te esquecer
Resolvi!
Te querer, por querer
Decidi te lembrar
Quantas vezes
Eu tenha vontade
Sem nada perder...
Ah!
Você foi!
Toda a felicidade
Você foi a maldade
Que só me fez bem
Você foi!
O melhor dos meus planos
E o pior dos enganos
Que eu pude fazer...
Das lembranças
Que eu trago na vida
Você é a saudade
Que eu gosto de ter
Só assim!
Sinto você bem perto de mim
Outra vez....
O maior dos meus casos
De todos os abraços
O que eu nunca esqueci
Você foi!
Dos amores que eu tive
O mais complicado
E o mais simples prá mim...
Você foi!
O maior dos meus erros
A mais estranha história
Que alguém já escreveu
E é por essas e outras
Que a minha saudade
Faz lembrar
De tudo outra vez...
Você foi!
A mentira sincera
Brincadeira mais séria
Que me aconteceu
Você foi!
O caso mais antigo
E o amor mais amigo
Que me apareceu...
Das lembranças
Que eu trago na vida
Você é a saudade
Que eu gosto de ter
Só assim!
Sinto você bem perto de mim
Outra vez...
Me esqueci!
De tentar te esquecer
Resolvi!
Te querer, por querer
Decidi te lembrar
Quantas vezes
Eu tenha vontade
Sem nada perder...
Ah!
Você foi!
Toda a felicidade
Você foi a maldade
Que só me fez bem
Você foi!
O melhor dos meus planos
E o pior dos enganos
Que eu pude fazer...
Das lembranças
Que eu trago na vida
Você é a saudade
Que eu gosto de ter
Só assim!
Sinto você bem perto de mim
Outra vez....
Para ovir recomendo gravação do Selton Mello
Soneto de Fidelidade - Vinicius de Moraes
"De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure."
http://www.bemhaja.com/ - Imagem retirada deste site
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